Closer – O Amor é Suficiente? em temporada no Instituto Ling

O amor é um dos sentimentos mais nobres da existência. 
Uma das razões de viver. 
O amor nos faz felizes. 
O amor dói. 
O amor cura. 
Então, porque ele não é o suficiente? 

Um espetáculo  que busca trazer luz as diversas nuances da forma humana de se relacionar. O que há entre dois corpos, quando o sentimento de posse se encontra com a traição? Entre o erotismo e o aconchego; o ódio e o prazer; o alívio e a ruptura, está a efemeridade do sentimento. Alice é atropelada e conhece Dan. Anna e Larry se apaixonam. Dan e Anna se encontram. Entre términos, separações, traições, mágoas, quatro indivíduos desajustados se relacionam em uma complexa rede afetiva. Nessa encenação bastante intimista, os espectadores são convidados a seguir os personagens por um espaço cultural contemporâneo e participam como testemunhas de encontros potentes que evocam o erotismo, a necessidade do outro, aquecendo até o peito daquele mais cético, despertando a dor intrínseca de ser amado, e, sendo assim, de ser humano.

Closer, de Patrick Marber, é um dos melhores textos a cerca da relação do amor e da fidelidade na contemporaneidade. Em 2004 foi adaptado para o cinema com direção de  Mike Nichols. No elenco Júlia Roberts, Jude Law, Natalie Portman e Clive Owen.

Crédito: Jaque Lodi Moraes

FICHA TÉCNICA
Direção: Catharina Conte

Direção Coreográfica: Renata Stein

Texto: Patrick Marber
Elenco: Duda Andreazza, Gabriela Moscovich, Guilherme Carravetta de Carli, Nicolas Haag e Verônica Becker
Participação especial: Jaque Lodi Moraes
Produção Executiva, figurinos e cenografia: O Grupo
Assessoria de Imprensa: Gustavo Saul
Técnica: Kevin Brezolin

Duração: 70 minutos
Realização: Complexo Criativo Cômica Cultural

Apoio: Instituto Ling, TVE, FM Cultura e Hannover Vinhos;

Temporada: 23, 24 e 30 de junho, 01 de julho (sextas as 20 horas e sábados as 19 horas); – Instituto Ling;

Valor: R$ 40,00 (meia entrada para estudantes, classe artística, sêniors e alunos do Complexo Criativo Comica Cultural);

Crédito: Catharina Conte

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