Conversa com Sebastián Jantos sobre a produção artística do CD Hoy

Esta matéria contém tradução para o espanhol logo abaixo.

Seba Jantos - Andrea Conde

O músico uruguaio Sebastián Jantos tocará no Bar Lobo (Montevidéu) nesta sexta-feira às 21:30. Acompanhado por Diego Janssen (guitarra e cavaquinho) e pelo convidado especial Leonardo Giovaninni (percussão), apresentará novas composições junto a canções dos CDs Fui Yo (Perro Andalúz, 2009) e Hoy (Igbalé Records 2012). O valor do couvert artístico é de $150 (pesos uruguaios) e as reservas podem ser feitas ligando para o local.

Seguindo a conversa com Sebastián, agora conta sobre seu trabalho junto a Diego Janssen na produção artística do disco Hoy.

PRODUÇÃO ARTÍSTICA JUNTO A DIEGO JANSSEN EM HOY

O papel do Diego, o primeiro ponto, foi de interpretar perfeitamente o que eu queria, por característica dele. Ele é técnico de som, músico e, além de saber harmonia, é ritmista. Ele tem uma história com o candombe bastante forte e tem muito bem incorporados esses elementos e a obra de Eduardo Mateo (que para mim é muito importante: quando escutei os primeiros CDs de Mateo me senti muito identificado rapidamente). Ao ter tudo isso tão bem incorporado, é fácil a comunicação do que se quer. Tem muito respeito, como músico mas também como técnico, com como gravar instrumentos de percussão. Em geral eles têm um papel mais de “cama” ou de texturas sonoras, e normalmente não se daria tanta importância ao detalhe de como microfonar os tambores para obter a melhor sonoridade – e ele com isso é super dedicado. Era muito fácil dialogar com ele o que eu queria e ele rapidamente traduzi-lo a uma realidade.

Fazemos os arranjos juntos também. Nas apresentações ao vivo de Hoy e de Muamba (CD em parceria com o músico brasileiro Mário Falcão) está super claro isso, que é um CD que compartilhamos praticamente todos os arranjos. Eu me encarrego mais da parte dos metais e das percussões e ele se encarrega mais da parte das cordas. Isso é bacana, porque eu tenho uma linguagem ou uma forma de arranjar com uma cabeça mais “jazzística” e ele tem uma cabeça que vem mais da música erudita, clássica, e isso se complementa bem. Nós dois aprendemos, é muito interessante.

El músico uruguayo Sebastián Jantos tocará en el Bar Lobo (Montevideo) este viernes a las 21:30. Acompañado por Diego Janssen (guitarra y cavaquinho) y por el invitado especial Leonardo Giovaninni (percusión), presentará nuevas composiciones junto a canciones de los discos Fui Yo (Perro Andalúz, 2009) y Hoy (Igbalé Records 2012). El cubierto artístico es de $150 (pesos uruguayos) y se puede hacer reservas a través del 2711-2527.

Siguiendo la charla con Sebastián, ahora cuenta sobre su trabajo junto a Diego Janssen en la producción artística del disco Hoy.

PRODUCCIÓN ARTÍSTICA JUNTO A DIEGO JANSSEN EN HOY

El papel de Diego, el primer punto, fue de interpretar perfectamente lo que yo quería, por característica de él. Es técnico de sonido, es músico y, además de saber de armonía, es ritmista. Él tiene una historia con el candombe bastante fuerte y tiene muy incorporado esos elementos y la obra de Eduardo Mateo (que para mí es muy marcante; cuando escuché los primeros discos de Mateo me sentí muy identificado rápidamente). Al tener todo eso tan bien incorporado es fácil una comunicación de lo que se quiere. Tiene mucho respeto, como músico pero también como técnico, con como grabar instrumentos de percusión. En general tienen un papel más de “cama” o de texturas sonoras, y en general no se daría tanta importancia al detalle de como microfonearlo para obtener el mejor sonido de esos tambores -y él con eso es superdedicado-. Era muy fácil dialogar con él lo que yo quería y él rápidamente traducirlo a una realidad.

Arreglamos juntos también. En las presentaciones en vivo de Hoy y del disco Muamba (disco en parcería con el músico brasilero Mário Falcão) está re contra bien claro eso, que es un disco que compartimos prácticamente todo lo de los arreglos. Yo me encargo más de la parte de los vientos y de las percusiones y él se encarga más de las cuerdas. Eso está bueno, porque capaz que yo tengo un lenguaje o una forma de arreglar con una cabeza más “jazzística” y él tiene una cabeza que viene más de la música erudita, clásica, y eso se complementa bien. Los dos aprendemos mucho, es re interesante.

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