iPad mini

Na última terça-feira, a Apple lançou a já esperada versão menor do iPad, o iPad mini. Além desse, no evento também foi anunciada a quarta geração do iPad tradicional, cuja principal mudança é a atualização no processador, e a nova geração do MacBook Pro, com display de retina, mesma tecnologia utilizada no iPad de terceira geração.

Phil Schiller, da Apple, apresenta o iPad mini.

O iPad mini tem tela de 7,9 polegadas, com resolução de 1024 x 768 pixels (a mesma do iPad 2), contra 2048 x 1536 pixels numa tela de 9,7 poleadas do modelo tradicional. Com 200 mm de altura, 134,7 mm de largura, 7,2 mm de espessura e peso a partir de 308 g (na versão wi-fi), é 23% mais fino e 53% mais leve que o modelo de 9,7 polegadas. O mini ainda tem carenagem de alumínio, como o restante dos produtos da família Apple.

iPad mini.

Como ficou nítido na apresentação da Apple, o iPad mini vai concorrer com os tables mais baratos dos concorrentes, como o Nexus 7, da Google. Vale lembrar que a nova versão do iOS não tem mais aplicativos da google, como o google maps e o youtube. O produto da Apple, porém, ficou com preço a partir de 329 dólares, nos EUA, enquanto seus concorrentes de dimensões semelhantes têm preço na faixa dos 200 dólares.

iPad, iPad mini e iPhone.

Embora a Apple ainda domine o mercado de tablets, sua participação caiu quase 8% no terceiro trimestre de 2012 em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo números da Strategy Analytics, passando de 64,5% para 56,7%. No mesmo período, produtos que utilizam o sistema android aumentaram sua participação no mercado de 29,2% para 41,3%. O lançamento de uma versão menor do iPad é a jogada da Apple para ganhar mercado (e barrar o avanço da concorrência) num nicho de mercado que o iPad tradicional não concorre, seja por questão de valor ou de mobilidade.

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